ESTUDOS
Credos Históricos
(Publicado: 24 de Setembro de 2011, Sábado, 13:43)
Embora os credos só tenham começado a se desenvolver em períodos posteriores, certas passagens das cartas de Paulo nos apresentam declarações "semi estereotipadas" que, provavelmente, funcionavam como confissões de fé correntes. Uma delas é a afirmação "Jesus é o Senhor", encontrada em Romanos 10:9 e 1a Coríntios 12:2. (Leia Mais)
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Ainda Existe Idolatria na Igreja Católica?
(Publicado: 04 de Setembro de 2011, Domingo, 18:25)
1) Não terás outros deuses diante de mim. (Êx 20:3)
2) Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. (Êx 20:4)
Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. (Êx 20:5)
3) E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos. (Êx 20:6)
Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. (Êx 20:7) (Leia Mais)
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A Obra Salvífica de Cristo (Parte 6, Final) - A Ordem da Salvação
(Publicado: 17 de Julho de 2011, Domingo, 16:20)
Deus, por sua infinita bondade e justiça, enviou seu Filho unigênito à cruz a fim de suportar a penalidade total do pecado e poder perdoar livremente e com justiça todos quantos comparecerem diante dEle. Como isso acontece na vida de uma pessoa? Pensar a respeito da aplicação da obra de Cristo a nós leva a considerar a chamada ordo salutis ("ordem da salvação"), expressão que remonta a 1737, atribuída ao teólogo luterano Jakob Karpov, embora a idéia propriamente dita seja mais antiga. Qual a ordem lógica (não a cronológica) na qual experimentamos o processo de passar de um estado pecaminoso para o da plena salvação? A Bíblia não oferece uma ordem específica, embora se ache embrionariamente em Éfesios 1.11-14 e em Romanos 8.28-30, onde Paulo alista a presciência, a predestinação, o chamamento, a justificação e a glorificação, sendo cada conceito edificado na idéia anterior. (Leia Mais)
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A Obra Salvífica de Cristo (Parte 5) - O Alcance da Obra Salvífica de Cristo
(Publicado: 03 de Julho de 2011, Domingo, 16:23)
Entre os evangélicos, a diferença acha-se na escolha entre o particularismo, ou expiação limitada (Cristo morreu somente pelas pessoas soberanamente eleitas por Deus), e o universalismo qualificado (Cristo morreu por todos, mas suas obra salvífica é levada a efeito somente naqueles que se arrependem e crêem). O fato de existir uma nítida diferença de opinião entre crentes bíblicos igualmente devotos aconselha-nos a evitar a dogmatização extrema que temos visto no passado e ainda hoje. Os dois pontos de vista, cada um pertencente a uma doutrina específica da eleição, têm sua base na Bíblia e na lógica. Os dois concordam que a questão não é de aplicação. Nem todos serão salvos. Os dois concordam que, direta ou indiretamente, todas as pessoas receberão benefícios da obra salvífica de Cristo. O ponto de discórdia está na intenção divina: tornar a salvação possível a todos ou somente para os eleitos? (Leia Mais)
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A Obra Salvífica de Cristo (Parte 4) - Aspectos da Obra Salvífica de Cristo
(Publicado: 11 de Junho de 2011, Sábado, 22:41)
Uma pergunta pode surgir. Se Jesus suportou a penalidade da nossa culpa ao tomar sobre si a ira de Deus e cobrir o nosso pecado, teria sofrido exatamente as mesmas conseqüências e o mesmo tipo e grau de castigo que aqueles em favor dos quais morreu sofreriam cumulativamente? Afinal de contas, Ele era um só, e nós somos muitos. Assim como a muitíssimas interrogações desse tipo, não há uma resposta definitiva. A Bíblia não faz nenhuma tentativa nesse sentido. Lembremo-nos, no entanto, que não temos na cruz um evento mecânico ou uma transação comercial. A obra da salvação atua no plano espiritual, e não há analogias para explicar tudo isso. (Leia Mais)
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A Obra Salvífica de Cristo (Parte 3) - Teorias da Expiação
(Publicado: 02 de Maio de 2011, Segunda Feira, 19:08)
Depois de Anselmo, essa teoria desapareceu, mas em anos recentes um teólogo sueco, Gustaf Aulen (1879-1978), revivificou os aspectos positivos da teoria na sua obra clássica Christus Victor, que enfatiza a verdade bíblica de que a morte de Cristo realmente derrotou o diabo (Hb 2.14; Cl 2.15; Ap 5.5). A morte e o inferno foram vencidos (1Co 15.54-57; Ap 1.18). O Descendente da mulher esmagou a cabeça da serpente (Gn 3.15). Ver a expiação como a vitória sobre todas as forças do mal deve ser sempre parte vital da nossa proclamação vitoriosa do Evangelho. Não devemos descartar aquela verdade, embora rejeitemos a idéia que Deus usasse de astucioso engano para levar Satanás à derrota. (Leia Mais)
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A Reforma Protestante e Suas Principais Causas
(Publicado: 06 de Abril de 2011, Quarta Feira, 22:53)
Não há como negar a influência da Reforma Protestante em nosso século. Qualquer livro de História que aborde o tema: "Baixa Idade Média e início da Idade Moderna", tem, obrigatoriamente, a necessidade de discorrer sobre um dos principais marcos dessa época: a Reforma Protestante, liderada pelo monge agostiniano Martinho Lutero. Embora seja extremamente velho (quase 500 anos), trata-se, porém, de um tema ainda vivo e em debate hoje em dia. (Leia Mais)
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A Obra Salvífica de Cristo (Parte 2) - As Naturezas de Deus e da Humanidade
(Publicado: 11 de Março de 2011, Sexta Feira, 23:57)
A Bíblia, portanto, revela um Deus que salva, um Deus que redime. Por que é necessária a salvação espiritual? O que torna possível a salvação espiritual? São perguntas que surgem, e as respostas que oferecemos relacionam-se ao nosso modo de ver a natureza de Deus e da humanidade. O que aconteceria se Deus não fosse como a Bíblia nos revela, e não tivéssemos sido criados à sua imagem e subseqüentemente caído? A salvação, conforme a Bíblia a descreve, não teria sido possível nem necessária. Logo, o drama da redenção tem como pano de fundo o caráter de Deus e a natureza da criação humana. (Leia Mais)
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Quando Eu Fiquei Sabendo...
(Publicado: 11 de Março de 2011, Sexta Feira, 23:54)
Quando eu fiquei sabendo que "Papai Noel" não existia, eu fiquei muito triste. Triste por saber que estava sendo enganado. Quando eu fiquei sabendo que eram meus pais e não o "Papai Noel" que colocava o presente debaixo da "árvore de Natal" eu fiquei mais triste ainda. Eu vi que não era verdade isso. Que esse tal de "Papai Noel" não existia. E que não estava na Bíblia isso. Muito menos que "árvore de Natal" estava. (Leia Mais)
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A Obra Salvífica de Cristo (Parte 1) - Introdução; O Significado de Salvação
(Publicado: 27 de Fevereiro de 2011, Domingo, 21:55)
A obra salvífica de Cristo é a coluna central no templo da redenção divina. É o sustentáculo que carrega a maior parte do peso, sem o qual a estrutura jamais poderia ter sido completada. Podemos compará-la também ao eixo em torno do qual gira toda a atividade de Deus na revelação. É a obra que fornece uma cabeça ao corpo, um antítipo ao tipo, uma substância às sombras e prefigurações. Tais afirmações em nada diminuem a importância do que Deus fez em favor do seu povo, segundo a aliança do Antigo Testamento, e às nações em redor. Para os estudiosos das Escrituras, permanece sua incalculável relevância, refletindo o pensamento de Hebreus 1.1: "Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho". Deus falou de modo infalível e relevante no passado, mas não pela última vez. Sua derradeira palavra só chegou com a vinda de seu Filho, e o registro dessa vinda aparece de forma infalível e definitiva nos 27 livros do cânon do Novo Testamento. (Leia Mais)
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Como era o Pano de Fundo Político e Filosófico da Renascença, de onde brotou a Reforma Protestante?
(Publicado: 21 de Fevereiro de 2011, Segunda Feira, 14:54)
Meu caro leitor, no pano de fundo do pensamento renascentista se destacam algumas figuras de vulto, começando com Nicolau de Cusa e terminando com Giordano Bruno. É uma nova concepção filosófica do mundo e da vida, ainda não bem claramente esboçada, de que seus próprios autores, às vezes, não tem clara consciência. É uma época de transição, em que novo e velho se entretecem mutuamente. (Leia Mais)
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Merecem Confiança os Livros Apócrifos?
(Publicado: 14 de Janeiro de 2011, Sexta Feira, 10:05)
O termo "apócrifo" tem sua origem no vocábulo grego apokryphos (Mc 4.22), cujas variantes de seu significado podem ser: "oculto", "escondido", "secreto" ou "misterioso". Essa expressão tem sido aplicada, comumente, em matéria bíblico-teológica, a certos livros que, embora sejam classificados como "sagrados" por alguns cristãos da antiguidade, não são aceitos por tantos outros como canônicos; isto é, de redação divinamente inspirada. (Leia Mais)
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As Cartas Paulinas (Parte 14, Final) - Hebreus
(Publicado: 11 de Dezembro de 2010, Sábado, 17:54)
Independente do que você esteja considerando como o enfoque mais importante na vida, saiba que Cristo é superior. Ele é a revelação perfeita de Deus, o sacrifício final e completo pelo pecado, o mediador compassivo e compreensivo, e o único caminho para a vida eterna. Leia Hebreus e comece a enxergar a história e a vida sob a perspectiva de Deus. Então, entregue-se franca e completamente a Cristo, sem quaisquer reservas. (Leia Mais)
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As Cartas Paulinas (Parte 13) - Filemom
(Publicado: 11 de Dezembro de 2010, Sábado, 17:54)
A vida tem muitas paredes e cercas que dividem, separam e criam compartimentos. Não feitas de madeira ou pedra, elas são obstruções pessoais, bloqueando as pessoas umas em relação às outras, em relação a Deus. Mas Cristo veio como o grande destruidor de barreiras, derrubando a divisória de pecado que nos separava de Deus e desfazendo as barreiras que nos afastavam uns dos outros. Sua morte e ressurreição abriram caminho para a vida eterna, a fim de conduzir todo aquele que crê para a família de Deus (Ef 2.14-18). (Leia Mais)
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As Cartas Paulinas (Parte 12) - Tito
(Publicado: 11 de Dezembro de 2010, Sábado, 17:52)
Tito era um crente grego. Ensinado e discipulado por Paulo, permaneceu diante dos líderes da Igreja em Jerusalém como um exemplo vivo do que Cristo estava fazendo entre os gentios (Gl 2.1-3). Como Timóteo, foi um dos confiáveis companheiros de viagem de Paulo e um de seus amigos mais íntimos. Mais tarde tornou-se um embaixador especial de Paulo (2 Cr 7.5-16) e no final, o supervisor das Igrejas em Creta (1.5). Lenta e cuidadosamente, Paulo transformou Tito em um cristão maduro e um líder responsável. A carta a Tito foi um passo neste processo de discipulado. Do mesmo modo que fez com Timóteo, Paulo instruiu Tito sobre como organizar e liderar as igrejas. (Leia Mais)
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